Você é uma pessoa que vive uma vida mecânica? O termo “Robopatologia” foi designado pelo pensador Lewis Yablonsky, que chama a pessoa que sofre disso de “robopata”.

Mas afinal, o que um robopata faz? É melhor dizermos o que um robopata não faz. Como uma máquina, o robopata nunca foge das expectativas. Ele sempre se arrasta, tem medo de tudo, e não encara nem um tipo de desafio.

Na verdade, uma pessoa assim até faz, mas ela só cumpre aquilo e pronto, nunca vai além, está sempre adormecido internamente. Assim, não há interesse pelo novo, não há curiosidade por detrás dos muros do seu próprio eu.

Uma das características de um robopata é fazer muitas coisas e, eficientemente, porém são coisas comuns. O robopata ainda é muito repetitivo e mecânico. Como um ritual, essa pessoa vive sem colocar paixão naquilo que faz, em possui gestos vazios, sua presença é somente física. Aquela expressão “de corpo e alma”, o robopata só conhece o corpo, a alma ele sempre deixa para lá.

A palavra criatividade está longe de um robopata, pois uma pessoa assim nunca está em vigilância. Adormecido, o robopata deixa passar a espontaneidade e logo, a criatividade. E é na criatividade que há alegria, é quando uma pessoa ouve seu lado criativo que ela se sente uma pessoa feliz. E por incrível que pareça, o robopata deixa esses momentos escaparem, tornando-se uma pessoa incompleta, sem propósito.

Tem como deixar o medo e as repetições para lá. Cada manhã é uma experiência nova, que deve ser vivida com intensidade e de coração. O robopata acredita que tudo é velho, que não há necessidade de se incomodar, mas a maneira como enxergamos faz a diferença. O sol é o mesmo, mas cada dia ele brilha de um jeito diferente, basta reinventar sua maneira de olhar para ele.

Escolha viver com propóstio, escolha o que te faz brilhar os olhos, o que te faz acordar todo dia com vontade de fazer acontecer. Seja feliz!!!!

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